Ser Líder no Séc XXI


Ser Líder no Séc XXI

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Dias 03 e 04 Dez de 2009 líderes de academias estiveram em treinamento para uma melhor gestão, conhecendo a visão atual e mundial para desenvolver liderança humanista, ética e voltada para resultados

Ser Líder no Séc XXI


Ser Líder no Séc XXI

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Participantes do Curso Ser Líder no Séc XXI em dinâmica sobre Feedback em 03 e 04 DEZ 2009

Dr Srini Pillay e Marynês


Dr Srini Pillay e Marynês

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Fórum Internacional de Coaching e Liderança dias 09 e 10 Nov 2009 e NeuroBusiness em 11 e 12 Nov.
Dr Srini é CEO do NeuroBusiness Group , Master Coach pela BCI.Médico especializado em Psiquitaria na Harvard Medical School.

Hendre Coetzee e Marynês


Hendre Coetzee e Marynês

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Fórum Internacional de Coaching e Liderança com o tema -Coaching como competência do Líder do futuro em 10 de Novembro de 2009

Certificação Internacional em Alpha Coach com Kate Ludeman e Eddie Erlandson

Autores do Livro Sindrome do Macho Alfa ministraram a certificação Internacional que participei em 11 e 12 de Novembro – Como potencializar os Líderes Alfa nas organizações.
Kate é Bacharel em Engenharia , Doutorado em Psicologia, fundadora da Worth Ethic atua com executivos e grandes empresas e é Executive Coaching. Eddie é Médico e atua com Executivos.

Srini Pillay e Hendre Coetzee Certificação Internacional em Líder Coaching

Na certificação Internacional de Líder Coaching em 12 Nov de 2009

Fórum Internacional de Coaching e Liderança

Débora, Marynês e Marisa o no Fórum Internacional de Coaching e Liderança promovido pela Sociedade Brasileira de Coaching em 09 e 10 Nov de 2009

Neurociência ajuda a explicar e a combater o medo na liderança

13 de novembro de 2009 às 00:10 Por Flávia Furlan Nunes – InfoMoneyA-

 Na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, um grupo de estudiosos tem usado a neurociência para ajudar na construção de uma liderança destemida.

 Em palestra durante congresso da Sociedade Brasileira de Coaching, que aconteceu na terça-feira (10), o professor assistente da Escola de Medicina de Harvard e membro do NeuroBusiness Group, Srini Pillay, disse que o objetivo do grupo é entender a mente humana para descobrir qual o comportamento das pessoas no mundo dos negócios, inclusive daquelas que ocupam altos cargos.

 ”O antigo estilo de liderança tinha ligação com a hierarquia dominante. A nova liderança tem a ver com o sentir”, explicou. “Se nós ignorarmos as emoções, estamos ignorando um insumo do pensamento que leva à ação”.

 O cérebro

 De acordo com ele, o cérebro é constituído pelo subcórtex – que pode ser chamado de cérebro primitivo por responder pelos instintos humanos e pelos sentimentos – e pelo córtex – denominado novo cérebro e que diz respeito ao pensamento.

 Os neurocientistas e neurologistas estão descobrindo cada vez mais que o sentimento é uma parte crucial da inteligência e, por isso, o subcórtex tem ganhado cada vez mais destaque. Com o intuito de entender a liderança, o grupo de Harvard se volta para a amígdala, presente no subcórtex, que é chamada por Pillay como o “cão de guarda do cérebro”.

 É nela que são registrados os medos das pessoas e, como a amígdala tem ligações nervosas com outras partes do cérebro, como o lobo frontal, que é responsável pela atenção, avaliação de risco e as tomadas de decisões, conclui-se que o medo consciente e inconsciente pode interferir na ação e, consequentemente, na produtividade dos líderes.

 ”O medo pode interromper o pensamento quando você o sente ou o causa. O medo inconsciente também afeta a amígdala. Como analisá-lo? Você pode usar o nível de ansiedade: se for alto, o cérebro pensante não está funcionando adequadamente”, orientou Pillay.

 Vencendo o medo

 Segundo ele explicou, os líderes vivem cercados de medo: de demissão, recessão e da falha, só para citar alguns como exemplo, e o caminho para lidar com ele é criar um contexto para emoções positivas. “A amígdala ‘late’ assim que há algum sinal de medo. Se quiser usá-la para reverter a situação, traga uma emoção positiva bastante forte”, aconselhou Pillay.

 Confira abaixo outras orientações para administrar os medos por meio da neurociência:

•Reoriente seu pensamento para o curto prazo;

 •Seja explícito sobre riscos e recompensas, para não dar liberdade ao cérebro tirar conclusões inconscientemente;

 •Reformule os objetivos atuais, impondo ideias positivas, recompensas e sucessos. “Ao transmitir essas informações para o córtex pré-frontal, a amígdala criará um ambiente mais propício ao cérebro, ajudando em vez de frustar.

 

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Dinamize Fórum


Dinamize

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Fórum no WTC em 29/09/2009 sobre Mídia Digital promovido pela Dinamize atualizando conceitos, legislação e tendências

Cuidado:PSICOPATAS! Você pode ter um ao seu lado e nem sabe.

A psicopatia é uma doença que atinge cinco milhões de brasileiros, dentre eles profissionais liberais, magistrados, políticos, líderes religiosos e executivos. Todos eles sofrem do mesmo problema: uma total ausência de compaixão, nenhuma culpa pelo que fazem ou medo de serem pegos, além de inteligência acima da média e habilidade para manipular o que está a sua volta.
Para a Organização Mundial da Saúde eles (os psicopatas) têm uma doença, ou melhor uma deficiência que não tem cura. O nome mais conhecido é psicopatia, mas também se usam os termos sociopata e transtorno de personalidade anti-social.

A maioria dos psicopatas não são assassinos. Eles andam pela sociedade como predadores sociais, rachando famílias, destruíndo as suas famílias, embora sempre ponham a culpa nos outros, se aproveitando de pessoas vulneráveis, em especial daquelas que buscam o poder e a fama a qualquer custo.

Não é fácil identificar um psicopata. Isto porque eles não têm crises como os doentes mentais. Por outro lado, têm como atributo número um mentir o tempo todo, com todo mundo, inclusive com eles mesmos. O que diferencia o psicopata de “todo o mundo” é que um erro não faz com que ele sofra. Sempre vai ter uma desculpa. É sempre a vítima. Ele acha que é imune a punições, só os outros devem ser punidos. Psicopata que se preza se orgulha de suas mancadas, porque eles tratam as pessoas como coisas, porque simplesmente não assimilam emoções. Fingem que choram, que lamentam a desgraça dos outros.

Eles têm plena consciência de que seus atos não são corretos porque dificilmente assinam documentos, currículos, memoriais, etc. Mas como não têm o sentimento da perda, continuam destruindo tudo a sua volta, sempre com um sorriso maquiavélico e gelado. Os psicopatas têm facilidade em lidar com as palavras e de convencer pessoas sem personalidades definidas, os sem caráter, os complexados e os subservientes.
Consegue se passar por policiais , médicos, advogados, aviadores, jornalistas, sem nunca ter cursado nenhuma faculdade. Não se arrepende nem tem dor de consciência. É frio e calculista. É mestre em colocar culpa nos outros por qualquer coisa, para encobrir as suas falcatruas. Tem certeza de que nunca erra. É o Salvador da Pátria e da Ordem. É a perfeição em pessoa. Não vê diferença entre a sinceridade e a falsidade. É capaz de contar qualquer lorota como se fosse a verdade mais cristalina. Adoram distorcer a verdade em seu benefício, posando sempre como o coitado, o perseguido.
Faz as suas próprias leis. Não entende o que significa “bem comum”, se estiver tudo certo para ele, não interessa como está o resto do mundo, a sua associação de interesses comuns, os seus “amigos”, a sua família. Quando consegue a confiança de alguém, suga até a medula. É um verdadeiro parasita ambulante.

Seja nas empresas, nas ruas, nas associações civis, morando em mansões ou num apartamento modesto, nossos amigos com transtornos anti-sociais são tecnicamente incapazes de frear os seus inescrupulosos impulsos.Inexistem procedimentos para evitar que psicopatas entrem na polícia, uma instituição tão atraente para eles, que adoram se passar por agentes ultra-secretos. Sonham em ser um súdito da coroa, tal qual o Agente 007.
Nas escolas, os professores não estão preparados para reconhecer jovens com o transtorno. Também não existem tratamentos comprovados nem remédios que façam efeito. Diante da falta de perspectiva de cura, quem conviver com um psicopata no dia-a-dia (familiares) opta por vigiá-los, o máximo possível, ou (amigos e conhecidos) por afastá-los do convívio associativo ou fraterno.
Você conhece, já conheceu, tem um amigo ou irmão psicopata. Cuidado você poderá ser a próxima vítima desse verdadeiro predador social. Ele penetra em seu lar, em sua intimidade, em sua fraternidade, com intuito tão somente de usufruir vantagens financeiras e sociais. Conviver com ele é o fim da picada, cujos resultados e prejuízos são irreparáveis. Quem avisa amigo é. Quem viver verá.

 

Fonte: http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20070826110632AADfA8x